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	<title>AVANTTS</title>
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		<title>Falta qualidade para SLAs de serviços de Cloud</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 12:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AVANTTS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[computação nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Service Level Agreements]]></category>
		<category><![CDATA[serviços cloud]]></category>
		<category><![CDATA[SLAs]]></category>
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		<description><![CDATA[Falta qualidade para SLAs de serviços de Cloud. Um grupo de defesa de clientes do modelo de computação considera que os acordos de nível de serviço são demasiado rígidos. São até distorcidos a favor do fornecedor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Falta qualidade para SLAs de serviços de Cloud. Um grupo de defesa de clientes do modelo de computação considera que os acordos de nível de serviço são demasiado rígidos. São até distorcidos a favor do fornecedor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Service Level Agreements (SLAs) propostos no segmento de cloud computing podem ser difíceis de decifrar e, em alguns casos, demasiado rígidos e pouco negociáveis. Podem até serem distorcidos em favor dos prestadores de serviços, segundo análise feita pelo grupo de usuários Cloud Standards Customer Council (CSCC).<span id="more-6116"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O CSCC é suportado por dezenas dos maiores fornecedores de cloud computing e não revelou quais foram os contratos examinados. Disse apenas que abrangeu propostas de acordo de nível de serviço de alguns dos maiores fornecedores de nuvens públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o estudo, a falta de uniformização dos SLAs de diversos fornecedores torna difícil para aos usuários realizar comparações. Termos importantes, mas de difícil compreensão, sobre as principais garantias de nível de serviço, estão geralmente espalhados por vários documentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, os SLAs favorecem pesadamente o fornecedor, limitando as responsabilidade destes. O consumidor é que tem de detectar as violações do SLA, notificar o prestador de serviços e solicitar um crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">O conselho do CSCC é que os clientes compreendam o uso da nuvem feito pela empresa e todos os requisitos críticos de desempenho críticos e tente encontrá-los no documento. Os autores do estudo consideram ser fundamental para as empresas estudarem bem a adoção de cloud computing. Em muitos casos, as empresas avaliam o uso de cloud pública baseando-se no desempenho, preço e outros comparativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, se um usuários está avaliando a opção de cloud pública para Disaster Recovery e Continuidade, deve se preocupar especialmente com a forma como os dados são copiados pelo prestador dos serviço de nuvem, em vários sites, para garantir a disponibilidade e o tempo de atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a plataforma estiver sendo usada para testes e desenvolvimento de produtos e serviços, talvez o tempo de disponibilidade não seja tão importante quanto assegurar recursos de segurança: por exemplo, o isolamento de dados e sua exclusão, após o término do serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos os SLAs de cloud computing podem ter termos e condições inegociáveis, capazes de impedir uma empresa de usar o serviço. Steven Woodward, um dos autores, recomenda que as organizações estudem os SLA, e só depois passem para a avaliação de outras referências.</p>
<p style="text-align: justify;">Se os SLA não atendem aos requisitos dos usuários, talvez uma nuvem privada, ou uma hospedagem gerida sejam opções melhores. “Esperamos que a indústria amadureça e, como há mais e mais discussões sobre casos de utilização entre fornecedores e usuários, possamos começar a ver consumidores mais bem informados”, diz, Claude Baudoin, consultor de TI que ajudou a compilar o relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">A esperança é a de que os melhores compradores forcem os prestadores de serviço a alterarem os seus SLAs de forma deixá-los mais claros, concisos, normatizados e fáceis de utilizar.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Fonte: CIO</h5>
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		<title>iOS 7 pode atrasar devido renovação do sistema</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 21:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AVANTTS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[sistema]]></category>
		<category><![CDATA[sistema Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema iOS 7]]></category>
		<category><![CDATA[sistema mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Renovação]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Smartphone]]></category>

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		<description><![CDATA[iOS 7 pode atrasar devido renovação do sistema. De acordo com All Things D, Apple estaria recrutando engenheiros do Mac OS para agilizar processo a tempo de um preview na WWDC 2013.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">iOS 7 pode atrasar devido renovação do sistema. De acordo com All Things D, Apple estaria recrutando engenheiros do Mac OS para agilizar processo a tempo de um preview na WWDC 2013.<span id="more-6113"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma grande renovação do iOS 7 pode atrasar a chegada da próxima versão do sistema móvel da Apple, segundo informações dos sites Bloomberg e All Things D. A pressa tem também em vista o WWDC 2013, que acontece em junho e costuma ser palcos de previews das versões mais atuai do iOS.</p>
<p style="text-align: justify;">O All Things D afirma, citando fontes não-identificadas, que a Apple estaria pegando “emprestado” alguns engenheiros do Mac OS X 10.9 para ajudarem na criação do iOS 7 e evitar um possível atraso do sistema. A companhia já realizou ação parecida em 2007, ao recrutar funcionários do OS X Snow Leopard para trabalharem no software do seu então novo smartphone.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Bloomberg, o conhecido diretor de design Jonathan Ive, que ganhou mais poderes na parte de software após a saída de Scott Forstall em 2012, estaria disposto a promover uma grande mudança no sistema iOS, que não mudou muito seu visual e interface desde o lançamento do iPhone em 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo fontes não-identificadas citadas pela Bloomberg, Ive estaria explorando alterações maiores nas ferramentas de e-mail e calendário da plataforma da Apple, além de encorajar uma maior colaboração entre as divisões de software e hardware da empresa para evitar fiascos como o dos chamados Apple Maps lançados juntamente com o iOS 6 no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Mac World Brasil</p>
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		<title>TI Melhorando a imagem na Empresa</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 12:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AVANTTS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolver projeto]]></category>
		<category><![CDATA[programação aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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		<category><![CDATA[TI soluções]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitar as novas tecnologias com espírito empreendedor pode ajudar o CIO e sua equipe a criarem uma imagem mais positiva para as áreas de negócio. Mais do que isso, a pensarem em projetos de baixo custos que tragam grandes oportunidades para a organização.

Para ser levado a sério, o departamento de TI deve mostrar o potencial das tecnologias inovadoras e comprovar resultados para a área de negócios. Essa é a chave para tirar o estigma de que o CIO lidera uma equipe operacional e mostrar o quanto os profissionais podem ser estratégicos e dinâmicos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aproveitar as novas tecnologias com espírito empreendedor pode ajudar o CIO e sua equipe a criarem uma imagem mais positiva para as áreas de negócio. Mais do que isso, a pensarem em projetos de baixo custos que tragam grandes oportunidades para a organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ser levado a sério, o departamento de TI deve mostrar o potencial das tecnologias inovadoras e comprovar resultados para a área de negócios. Essa é a chave para tirar o estigma de que o CIO lidera uma equipe operacional e mostrar o quanto os profissionais podem ser estratégicos e dinâmicos.<span id="more-6110"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Claro que desenvolver um projeto inovador requer mais do que simples entendimento sobre a tecnologia em questão. É necessário fazer análises de custo, benefícios e observar profundamente o potencial de geração de receitas &#8211; questões nem sempre fáceis para o departamento de TI.  Para evitar que a nova atitude “queime” o profissional mais do que ajude, o melhor é começar com projetos de baixo risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, acompanhe quatro exemplos de projetos que têm condições de melhorar a imagem da TI na organização, tornando-a mais estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; APIs<br />
As interfaces de programação de aplicativos, ou APIs (do inglês Application Programming Interfaces) é um dos grandes trunfos das empresas web bem sucedidas, que os utilizam para compartilhar informações e tirar o máximo dos dados que conseguem reunir.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma corporação, funcionaria da mesma maneira: uma API é capaz de enriquecer as aplicações da empresa, permitindo, por exemplo, uma integração maior entre informações de empresas parceiras, como o compartilhamento de base de consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Impulsionadas por outras tendências como Cloud, Mobilidade, SOA (Arquitetura Orientada a Serviços) e Internet das Coisas, muitas empresas começam a demonstrar interesse em fornecer APIs para seus parceiros e clientes, como também, e de forma mais abrangente, para o ecossistema de desenvolvimento de Apps, para que ele possa fazer as informações da empresa  chegarem a lugares onde não poderiam chegar com as  tradicionais integrações caso a caso.</p>
<p style="text-align: justify;">-&gt;   Mobilidade: o desenvolvimento de aplicativos móveis é sensivelmente facilitado quando a empresa já possui, em seu backend, as APIs para consultas e transações que precisam ser invocadas pelos aplicativos móveis;<br />
-&gt;  SOA: o uso de APIs tem sido a mola propulsora para levar o valor de SOA para além das fronteiras das empresas;<br />
-&gt;  Cloud: as APIs são tipicamente disponibilizadas como uma camada de fronteira localizada na nuvem, que intermedia o acesso aos serviços internos localizados nos sistemas corporativos das empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Gartner, 75% das empresas listadas na Fortune 500 abrirão suas APIs em 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o uso da API deve ser feito com recursos avançados de segurança, pois ao mesmo tempo em que traz automação, abre porta para ameaças virtuais. E o departamento de negócios pode entrar como parceiro no projeto para analisar qual o máximo de ganho que pode ser obtido com o compartilhamento de dados com os parceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que desenvolver um projeto inovador requer mais do que simples entendimento sobre a tecnologia em questão. É necessário fazer análises de custo/benefício e observar profundamente o potencial de geração de receitas &#8211; questões nem sempre fáceis para o departamento de TI.</p>
<p style="text-align: justify;">2 – Social Business<br />
Social business é a capacidade de uma empresa de produzir conhecimento de forma colaborativa, gerir conhecimento, compartilhar informações, eliminar barreiras, acelerar processos, inovar e aproximar clientes, fornecedores e parceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A implantação de uma iniciativa social deve estar atrelada a um objetivo da empresa ou a um propósito, o qual irá originar um plano de implantação, que será analisado por meio de métricas pré-determinadas e monitorado, de preferência, por um gestor de comunidade. Durante o processo de implantação, é importante revisar as políticas internas da empresa e, se for o caso, adaptar para uma versão que suporte a iniciativa de social business. Essa fase é estratégica para fomentar o engajamento por parte dos usuários e pode seguir cinco etapas: preparação, lançamento, expansão, monitoramento e aprimoramento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas os gerentes de negócios ainda quebram a cabeça tentando encontrar maneiras de tirar vantagem do poder das redes sociais. Os planos que os departamentos de negócios elaboram são complicados e envolvem um grande volume de programação, às vezes sem garantia de resultado. Você pode começar com passos simples.</p>
<p style="text-align: justify;">Twitter, Facebook, Google+ e Linkedin facilitam o compartilhamento de conteúdo por visitantes de sites de terceiros.. Qualquer mensagem pode ser adicionada, facilitando a vida dos visitantes que querem compartilhar conteúdo ou anúncios do site. Quando os usuários clicam nesses links, eles serão levados para sua rede preferida. Se não estiverem logados, a própria rede se encarregará de exigir a autenticação. Em outras palavras, isso livra a empresa de ter de lidar com a responsabilidade da autenticação.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda a opção de verificar a identidade do usuário com protocolos específicos, garantindo uma integração mais detalhada e ferramentas mais complexas. O chamado login social.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, o Social Login como alternativa para o preenchimento de um formulário de cadastro tem vários benefícios para o administrador do site:</p>
<p style="text-align: justify;">- &gt; Aumenta as taxas de opt-in, fazendo login do visitante processo mais fácil;<br />
-&gt; Fortalece a percepção social de sua marca;<br />
-&gt; Melhora a coleta de dados através da captura de um perfil de visitante e armazená-lo em seu banco de dados;<br />
-&gt; E ajuda a ajustar suas estratégias aos diferentes tipos de dados que vão receber, dependendo da rede social usada pelo visitante para entrar no seu site.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas convencer o departamento de negócios que isso é necessário pode ser difícil. E é aí que entram os primeiros exemplos, cuja experimentação é mais simples. A ideia é começar pequeno, mostrar resultados e convidar o departamento de negócios a contribuir com ideias para aprimorar as ferramentas. Fica mais fácil vender o projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">3 – Aplicativos móveis<br />
O smartphone já é plataforma dominante nas corporações, mas criar um aplicativo para este dispositivo pode ser um pesadelo. A demanda por desenvolvedores especializados é alta e alguns fabricantes, como a Apple, são muito criteriosos sobre o que é permitido nos equipamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que essa abordagem tem mais valor para alguns negócios do que para outros, como no caso daqueles que têm muito trabalho em deslocamento a ser feito. O segredo é identificar dados e transações mais importantes para esse tipo de funcionário e oferecer opções em tecnologia móvel. Para tanto, é uma boa ideia manter dialogo com os usuários, principalmente áreas de vendas e desenvolvimentos de negócios, para o desenvolvimento de um plano.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro aplicativo móvel é sempre um desafio para os líderes de TI. Por um lado, os CIOs ficam entusiasmados com o potencial dos aplicativos móveis, mas na maioria das vezes trabalham pressionados a entregar novos apps, cada vez mais atraentes para usuários móveis, executivos e clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os líderes de TI já entenderam que para serem realmente úteis, os aplicativos móveis têm de nascer como móveis e não meras adaptações de aplicativos prévios feitos para o Windows ou o Mac OS. Eles precisam ser desenvolvidos a partir do zero, não só para funcionar bem dentro dos limites das telas de dispositivos móveis, memória e poder de computação limitados, mas também para tirar proveito de recursos que tradicionalmente não estão disponíveis em desktops, como múltiplas câmeras, telas sensíveis ao toque, animação e comunicação multimídia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas migrar para o conceito de “móvel primeiro” exige que os gestores de TI repensem a mistura de talentos e especialização que eles possuem nos times de design de aplicações, desenvolvimento, gerenciamento e manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar as coisas, um website pronto para smartphones é uma boa saída. Desenvolver um aplicativo em linguagem HTML, em vez de focar em sistemas operacionais individuais, facilita a implementação em múltiplas plataformas. Usar um código nativo para cada plataforma pode melhorar o desempenho e a integração com recursos bult-in, mas exigirá muito mais esforço.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal vantagem desse modelo de App Web é que ele é do tipo “escreva uma vez, transporte para qualquer lugar” ou perto disso. Adaptar para diferentes tipos de equipamentos móveis é fácil. E os programadores podem usar linguagens familiares de web, como o HTML5.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema? Tais aplicativos não conseguem tirar vantagem dos recursos dos smartphones e tablets, como GPS e múltiplas câmeras. Para isso, é preciso escrever diferentes versões de cada aplicação usando linguagens de programação, plug-ins e APIs específicas para equipamentos móveis, seja um iPhone ou uma versão específica de Android.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas com o avanço do HTML os gestores de TI agora têm uma terceira opção, híbrida, que usa código baseado em web para o corpo do aplicativo e código nativo e plug-ins para tirar proveito dos recursos proprietários de cada sistema operacional móvel. O facilitador disso é o protocolo HTML5, do Worldwide Web Consortium’s (W3C), com recursos poderosos de animação e interação em web e pode rodar em múltiplas plataformas. O W3C ainda precisa ratificar completamente certos elementos do protocolo, como o cachê, que permite aos usuários móveis trabalharem offline. Mas isso não impede muitos gestores de TI de usar ou ter planos de uso para ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Empresas que lidam diretamente com consumidores não têm muitas alternativas a não ser dar suporte a múltiplas plataformas. Mesmo quando se trata de usuários internos, executivos de TI reportam diferentes graus de sucesso no controle ou limitação dos aparelhos móveis que os empregados, particularmente os executivos, vão carregar.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que há uma avalanche de plataformas de desenvolvimento de aplicativos móveis vinda de empresas como Sybase, Appcelerator, IBM, Sencha, Syclo e Antenna Software, que pode assumir boa parte do trabalho bruto de programar apps móveis que podem rodar em modo nativo em várias plataformas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas lembre-se: desenvolver apps é só um pedaço de uma estratégia bem-sucedida. Primeiro, desenvolver aplicativos não quer dizer apenas escrever códigos, mas também testá-los, o que é essencial para uso interno e entre empresas (B2B). Avalie se você possui tempo e equipe suficientes para testar e resolver os bugs do software, especialmente ao desenvolver para várias plataformas. Isso vai reduzir suas escolhas por plataformas ou em usar uma solução comercial (off-the-shelf). Segundo, uma vez que você se comprometa com o desenvolvimento de aplicativos móveis, especialmente para consumidores, terá de atualizá-las frequentemente – mais do que em um website tradicional. Isso não é fácil ou barato, mas é necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">4 – Soluções geográficas<br />
Todo departamento de TI tem bancos de dados que poderiam adicionar mais duas colunas: latitude e latitude. É um recursos que cresce muito nos dias de hoje, graças a smartphones e browsers. E que, se bem utilizados, podem trazer um ganho enorme.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicionar dados geográficos pode ser muito importante para saber de tendências, regiões de foco, relatórios estatísticos, entre outras coisas. E os testes são fáceis de serem realizados, com tantas ferramentas disponíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Gartner, o serviço de GPS já estão em mais de 3/4 dos telefones móveis, e isso deverá estimular a criação de aplicativos, embora as questões de privacidade requeiram atenção constante.</p>
<p style="text-align: justify;">É bom lembrar também que nem todos os usuários aprovam a revelação das coordenadas exatas, mas um simples CEP já pode fazer muito por esse tipo de sistema.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Fonte: CIO</h5>
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		<title>Executivos Sony abrem mão de bônus anual</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 12:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AVANTTS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Bônus Anual]]></category>
		<category><![CDATA[CEO]]></category>
		<category><![CDATA[Executivos]]></category>
		<category><![CDATA[Executivos Sony]]></category>
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		<description><![CDATA[Executivos Sony abrem mão de bônus anual. Não é segredo que a Sony não tem estado em sua melhor época, economicamente falando.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Executivos Sony abrem mão de bônus anual. Não é segredo que a Sony não tem estado em sua melhor época, economicamente falando. A situação da companhia gerou medidas como o corte de 10.000 funcionários e a reestruturação completa da empresa na época em que o atual CEO, Kaz Hirai, assumiu. O próprio Hirai e alguns executivos sacrificaram seus bônus anuais no ano passado e agora o farão de novo, mas acompanhados num total de 40 executivos sem receber o dinheiro extra.<span id="more-6088"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A informação veio do Eurogamer que, como muitos, prevê que o lançamento do PS4 vai ser determinante para o futuro financeiro da Sony.  Por enquanto, o &#8220;corte&#8221; dos bônus pode não parecer muita coisa, mas o valor desses pagamentos pode ir de 30% a 50% da renda anual de um executivo da empresa. Multiplique isso por 40.</p>
<p style="text-align: justify;">As medidas de Hirai são drásticas mas indicam resultados. Ano passado, antes dele assumir, a Sony teve seu pior ano na última década. Os resultados mais novos estão previstos para sair em nove de maio, mas a previsão é de lucro, depois de quatro anos de perdas.</p>
<h6 style="text-align: justify;">Fonte: Adrenaline</h6>
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		<title>Cuidados com e-mails maliciosos</title>
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		<pubDate>Sun, 05 May 2013 12:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admja</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[E-mail Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[E-mails Maliciosos]]></category>
		<category><![CDATA[malware]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Software]]></category>
		<category><![CDATA[software malicioso]]></category>
		<category><![CDATA[virus]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuidados com e-mails maliciosos. A Kaspersky Lab acaba de divulgar um estudo que mostra que 3,4% de todos os e-mails de 2012 possuiam anexos perigosos. De acordo com a pesquisa, essa estatística é potencializada pelo spam, que representou 74,3% de todo o tráfego de e-mails no ano passado. A chance de essas mensagens serem abertas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cuidados com e-mails maliciosos. A Kaspersky Lab acaba de divulgar um estudo que mostra que 3,4% de todos os e-mails de 2012 possuiam anexos perigosos. De acordo com a pesquisa, essa estatística é potencializada pelo spam, que representou 74,3% de todo o tráfego de e-mails no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">A chance de essas mensagens serem abertas por seus destinatários é grande, uma vez que elas costumam partir de amigos, colegas de trabalho e familiares que já acessaram o conteúdo infectado e contaminaram os seus computadores.<span id="more-6082"></span></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a pesquisa realizada pela Kaspersky Lab, os cinco esquemas fraudulentos mais comuns divulgados via email são:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Mudança de senha:  a vítima recebe uma notificação através de uma plataforma online avisando que sua conta foi atacada e que precisa modificar as suas credenciais de acesso. Para atender ao pedido, os usuários têm que abrir um arquivo anexado onde introduzem seus dados pessoais. Com isso, além de roubar todas as informações solicitadas, o cibercriminoso consegue obter acesso a qualquer dado armazenado no equipamento infectado.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Reservas falsas:  ultimamente a Kaspersky identificou que os cibercriminosos enviam falsos e-mails em nome de companhias aéreas ou hotéis para confirmar reservas. Nessas mensagens, eles pedem que os usuários entrem em um link e se registrem em uma página falsa, que possui um código malicioso oculto, que permite que o ciberciminoso ataque o computador da vítima.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Tragédias midiáticas: este caso é bem similar ao das reservas falsas. Os cibercriminosos aproveitam estas situações para mandar emails maliciosos, apelando para a curiosidade e estados emocionais das potenciais vítimas.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Te vi nesse vídeo: quando viola-se uma conta do Twitter ou do Facebook, normalmente são enviadas em seguida mensagens a outros usuários para que estes cliquem num link para ver, por exemplo, “o vídeo onde aparecem”. Os cibercriminosos pedem para as vítimas que atualizem seu leitor de vídeos, para que ao fazer o download o malware consiga roubar a informação armazenada no dispositivo.</p>
<p style="text-align: justify;">5. Site legítimo, link malicioso: a Wikipedia e a Amazon foram os últimos sites legítimos onde os analistas da Kaspersky Lab encontraram links maliciosos, por meio dos quais as vítimas são redirecionadas para outras páginas com códigos ocultos que tentam acessar qualquer informação do computador. Ainda que as páginas oficiais eliminem estes sites falsos com regularidade, é preciso ter muito cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar cair nestas armadilhas tão comuns, os especialistas aconselham os usuários a instalar um bom antivírus e a realizarem atualizações contínuas de seu software, browsers e sistemas operacionais.</p>
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		<title>Software livre gera grande economia para Guarulhos</title>
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		<pubDate>Sun, 05 May 2013 12:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AVANTTS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
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		<category><![CDATA[Software Economia]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[software opensource]]></category>

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		<description><![CDATA[Software livre gera grande economia para Guarulhos. Incluir digitalmente pessoas com deficiência visual, tetraplégicos e crianças com Transtorno de Desenvolvimento Global. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Software livre gera grande economia para Guarulhos. Incluir digitalmente pessoas com deficiência visual, tetraplégicos e crianças com Transtorno de Desenvolvimento Global. Este é o objetivo do Guarux, solução de Tecnologia da informação (TI) disponibilizada no Portal do Software Público Brasileiro (SPB). Criado pela Prefeitura de Guarulhos a partir do Linux Ubuntu, a utilização do sistema operacional gerou uma economia de R$ 1,2 milhão aos cofres públicos do município.<span id="more-6085"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Guarux foi criado no fim de 2009 com customizações e ferramentas específicas para a inclusão digital. Voltado para adultos, crianças e pessoas com deficiência, o software pode ser utilizado em escolas, órgãos públicos e pela sociedade em geral. Seu ambiente gráfico foi gerado para facilitar sua utilização e adaptação a outros sistemas operacionais, tanto livres quanto proprietários, como o Windows, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Guarulhos, o sistema é utilizado por cerca de 22 mil usuários da prefeitura. Além disso, o Guarux atinge uma grande parcela da população através dos centros de inclusão digital, que na cidade são chamados de Telecidadanias. Estes locais têm mais de seis mil acessos mensais e mais de sete mil usuários cadastrados. Os Telecidadanias fornecem ainda cursos profissionalizantes e cursos básicos de informática.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a disponibilização do Guarux no SPB, o diretor do Departamento de Informática e Telecomunicações da administração da cidade paulista, Leandro Gramulha, espera que outros municípios possam se beneficiar das ações que foram desenvolvidas e economia gerada. “Queremos ajudar outras prefeituras e colaborar com outros projetos de inclusão digital. Também queremos receber ajuda e debater a evolução da ferramenta”, disse. As prefeituras de Matão e Osasco, do estado de São Paulo, já utilizam a solução em seus projetos de inclusão digital.</p>
<p style="text-align: justify;">SPB</p>
<p style="text-align: justify;">Criado em abril de 2007, o portal gerenciado pelo Ministério do Planejamento (MP) compartilha programas de computador de interesse público. Os softwares são entendidos como um bem público, sem a necessidade de licenças que restrinjam seu uso ou o conhecimento pleno de seu funcionamento. Hoje, o SPB conta com mais de 170.000 usuários cadastrados, em torno de 500 prestadores de serviços e 68 soluções ofertadas por empresas, órgãos de governo, universidades e pessoas físicas.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Fonte: Convergencia Digital</h5>
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		<title>Cloud qualidade em infraestrutura de TI</title>
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		<pubDate>Sat, 04 May 2013 13:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AVANTTS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[cloud]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[computação nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[solução]]></category>
		<category><![CDATA[virtualização]]></category>

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		<description><![CDATA[CLoud qualidade em infraestrutura de TI. De acordo com um estudo realizado pela consultoria IDC, cerca de 18% das médias e grandes empresas já utilizam alguma forma de cloud e a expectativa é que em 2013 o número salte para algo entre 30% e 35%. Outra pesquisa da Symantec sobre a relação das Pequenas e Médias empresas (PME) com a nuvem apontou que 34% delas estão implementando ou já se beneficiando da virtualização de servidores. Além disso, 47% estão discutindo a adoção dessa tecnologia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">CLoud qualidade em infraestrutura de TI. De acordo com um estudo realizado pela consultoria IDC, cerca de 18% das médias e grandes empresas já utilizam alguma forma de cloud e a expectativa é que em 2013 o número salte para algo entre 30% e 35%. Outra pesquisa da Symantec sobre a relação das Pequenas e Médias empresas (PME) com a nuvem apontou que 34% delas estão implementando ou já se beneficiando da virtualização de servidores. Além disso, 47% estão discutindo a adoção dessa tecnologia.<span id="more-6078"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Por conta desse aumento do interesse das empresas por esse modelo de Tecnologia da Informação, os negócios de cloud computing no Brasil devem crescer 74% em 2013 e gerar receita de US$302 milhões, de acordo com projeções apresentadas pela Frost &amp; Sullivan. Já até 2016, a expectativa do Gartner é que o mercado de computação em nuvem movimente US$ 207 bilhões em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas afinal, o que essa tecnologia traz de vantagens para as empresas, uma vez que o aumento da utilização é tão exponencial? Como um cliente consegue entender os benefícios do cloud computing? Como ele consegue enxergar a melhor solução para a demanda apresentada?</p>
<p style="text-align: justify;">Com a computação em nuvem, grande parte das empresas brasileiras tem acesso à infraestrutura de TI com uma qualidade antes restrita às grandes corporações. Esse serviço é conhecido como IaaS (Infrastructure as a Service), e seu principal produto é o servidor cloud. O mercado brasileiro oferece esses servidores a partir de R$ 100 por mês, mais barato do que abastecer o tanque do seu veículo. Neste artigo, falarei dos principais aspectos que sua empresa deve considerar para contratar um servidor cloud de qualidade, são eles, certificação do datacenter, software e hardware usados na solução e a capacitação dos profissionais que vão atendê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se avalia um datacenter, é importante verificar qual é o nível da certificação do mesmo. O standard do mercado mundial é a certificação do Uptime Institute. As classificações possíveis são TIER 1, 2, 3 ou 4, sendo TIER 4 o mais robusto. No Brasil, não há datacenters TIER 4, há somente seis datacenters TIER 3 comerciais. Destes, espera-se uma disponibilidade de 99.982%. Ou seja, em um ano, o datacenter poderá ter sua operação comprometida em pouco mais de 94 minutos. Prestadores de IaaS sérios instalam seus equipamentos em datacenters certificados, o que se traduz em maior disponibilidade para suas aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">No quesito hardware e software, a combinação que consideramos mais competitiva é um hardware de primeira linha combinado com dois hypervisors, um para rodar máquinas Linux, e o hyperV (da Microsoft), para rodar máquinas Windows. O papel do hypervisor, elemento chave da virtualização da infraestrutura, é sofisticado. Não há produto no mercado que seja plug and play, todos exigem desenvolvimento interno e grande expertise. Avalie com cautela propostas em nuvem baseadas em equipamentos de fornecedores desconhecidos com pouca escala. Quando há problemas, geralmente o suporte técnico não é local e não dispõe de equipamento sobressalente para rápida entrega, o que fatalmente impactará na disponibilidade da sua aplicação.</p>
<p style="text-align: justify;">No quesito pessoas, o custo de profissionais de TI qualificados é pesado. Em muitas empresas, esse profissional não é exclusivo, ou não tem a capacitação adequada. Prestadoras sérias de IaaS trabalham com profissionais certificados e equipes técnicas em turnos, atuando 24×7 e 365 dias por ano. Estes profissionais, além de certificados, são constantemente testados pelos variados cenários técnicos que surgem no dia-a-dia. No momento da escolha do seu prestador, entenda quantas pessoas fazem parte do seu quadro técnico, onde ficam, quais certificações possuem e qual o volume de servidores cloud que a prestadora administra.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, a computação em nuvem conquista pela conveniência, custo competitivo e qualidade superior, quando comparado ao velho modelo de compra de servidores físicos, de licenças de software, contratos de manutenção, contratação de especialistas em TI, que é caro e inacessível para a maioria das empresas. A contratante deve buscar prestadores que usem equipamentos de primeira linha, instalados em datacenters certificados, administrados por especialistas certificados. Estes detalhes fazem a diferença na qualidade do servidor cloud e no crescimento dos seus negócios.</p>
<h5 style="text-align: justify;">Fonte: Techlider</h5>
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		<title>Gestão agregando valor</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 12:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AVANTTS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[agregando valor]]></category>
		<category><![CDATA[Agregar Valor]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Melhorias]]></category>

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		<description><![CDATA[Gestão agregando valor. Como profissionais ouvimos o tempo todo: “Você precisa agregar valor a seu trabalho!”, “Temos ser mais competitivos agregando valor para o cliente!”, entre outras frases similares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gestão agregando valor. Como profissionais ouvimos o tempo todo: “Você precisa agregar valor a seu trabalho!”, “Temos ser mais competitivos agregando valor para o cliente!”, entre outras frases similares.<span id="more-6074"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de agregação de valor é bastante simples, mas implementá-lo na prática costuma ser mais complexo.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontrei no blog Shmula uma tabela simples e prática sobre como agregar valor, a qual vale a pena reproduzir aqui.  O que mais gostei é sua aplicabilidade a quase qualquer tipo de atividade.  Um empreendedor ou gestor pode usar a lista para determinar se os esforços investidos estão agregando valor ao negócio… da mesma forma, um profissional pode usá-la para perceber se suas atividades são burocráticas ou se realmente trazem benefícios para a organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos aos pontos.  Para agregar valor você precisa:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aumentar</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>    Receitas;</li>
<li>    Lucros;</li>
<li>    Crescimento;</li>
<li>    Mercado;</li>
<li>    Participação;</li>
<li>    Retenção;</li>
<li>    Retorno sobre Investimento;</li>
<li>    Retorno sobre Ativo;</li>
<li>    Eficiência;</li>
<li>    Fluxo de Caixa;</li>
<li>    Visibilidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reduzir</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>    Custo;</li>
<li>    Tempo;</li>
<li>    Esforço;</li>
<li>    Reclamações;</li>
<li>    Risco;</li>
<li>    Conflito;</li>
<li>    Papelada.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Melhorar</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>    Produtividade;</li>
<li>    Processos;</li>
<li>    Serviço;</li>
<li>    Informação;</li>
<li>    Moral;</li>
<li>    Imagem;</li>
<li>    Reputação;</li>
<li>    Habilidades;</li>
<li>    Qualidade;</li>
<li>    Lealdade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Criar</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>    Estratégias;</li>
<li>    Sistemas;</li>
<li>    Processos;</li>
<li>    Negócios;</li>
<li>    Produtos;</li>
<li>    Serviços;</li>
<li>    Marcas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">E aí, consegui encaixar suas atividades em um ou mais destas categorias?  Sempre avalie como pode reforçar ainda mais o valor que você agrega, além de expandir suas atividades para outras categorias.</p>
<h6 style="text-align: justify;">Fonte: Techlider</h6>
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		<title>Microsoft baixa preço de serviço cloud</title>
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		<pubDate>Wed, 01 May 2013 12:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AVANTTS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[cloud]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[computação nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[dados online]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>

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		<description><![CDATA[Microsoft baixa preço de serviço cloud. A Microsoft está cortando os preços para o armazenamento e processamento de dados online, em um agressivo desafio à liderança da Amazon no crescente negócio de computação "em nuvem".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Microsoft baixa preço de serviço cloud. A Microsoft está cortando os preços para o armazenamento e processamento de dados online, em um agressivo desafio à liderança da Amazon no crescente negócio de computação &#8220;em nuvem&#8221;.<span id="more-6071"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A maior empresa de softwares do mundo afirmou nesta terça-feira que vai equiparar seus preços aos da Amazon para alguns dos serviços de dados online mais comuns que oferece, o que significaria um corte de preços de 21 a 33 por cento.</p>
<p style="text-align: justify;">É o movimento mais agressivo no setor já feito pela Microsoft, que espera que seu negócio Windows Azure possa ganhar clientes do Amazon Web Services (AWS), pioneiro no arrendamento de recursos tecnológicos, como processamento e armazenamento, conhecidos como computação em nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se havia dúvidas de que o Windows Azure era mais caro, estamos colocando essas preocupações para trás hoje&#8221;, disse Steven Martin, um executivo do negócio Azure da Microsoft.</p>
<p style="text-align: justify;">O Windows Azure, parte da unidade de Ferramentas e Servidores da Microsoft, de rápido crescimento, quer substituir a Amazon como referência da infraestrutura de nuvem de muitas companhias, por exemplo, ao armazenar e administrar dados para aplicativos online das empresas, utilizando vastos centros de dados em locais remotos.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um negócio em crescimento para a Microsoft, que conta com mais de 200 mil clientes do Windows Azure, mas a empresa não divulga sua receita.</p>
<p style="text-align: justify;">O AWS gerou cerca de 1,8 bilhão de dólares em receita no ano passado e pode chegar a 20 bilhões de dólares até o final desta década, conforme grandes empresas usam mais os serviços de nuvem, avaliaram analistas da Bernstein Research na semana passada, em relatório.</p>
<h6 style="text-align: justify;">Fonte: Info Abril</h6>
]]></content:encoded>
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		<title>Software se destaca nos gastos dos bancos no Brasil</title>
		<link>http://www.avantts.com.br/software/software-destaca-gastos-bancos-brasil</link>
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		<pubDate>Wed, 01 May 2013 12:39:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AVANTTS</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[canais virtuais]]></category>
		<category><![CDATA[Internet Banking]]></category>
		<category><![CDATA[investindo]]></category>
		<category><![CDATA[Software bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Software Custos]]></category>
		<category><![CDATA[Software gerenciamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Software se destaca nos gastos dos bancos no Brasil. Levantamento da Federação Brasileira de Bancos - Febraban - divulgado nesta quarta-feira, 17/04, na capital paulista, revela que os bancos gastaram R$ 20.109 bilhões com TIC em 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Software se destaca nos gastos dos bancos no Brasil. Levantamento da Federação Brasileira de Bancos &#8211; Febraban &#8211; divulgado nesta quarta-feira, 17/04, na capital paulista, revela que os bancos gastaram R$ 20.109 bilhões com TIC em 2012. Para 2013, a tendência é de que esse montante chegue a R$ 23 bilhões, com um crescimento em torno de 10%. Um detalhe chamou a atenção no estudo: o hardware ainda é o maior &#8216;consumidor&#8217; de recursos, com 40%, mas aumentou bastante o aporte de recursos em software, 37%. No ano passado, esse índice estava em 31%.<span id="more-6067"></span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os bancos estão investindo muito mais em software porque os canais virtuais incrementam essa demanda. Mas é aqui o maior desafio também: buscar eficência operacional e o desperdício de recursos. Também há o fator da falta de talentos. A disputa por profissionais de software se acirrou muito&#8221;, destacou  Luis Antonio Rodrigues, diretor de Tecnologia da Febraban.</p>
<p style="text-align: justify;">A contratação de software de terceiros e de fábricas de software cresceu de forma significativa nos bancos. Também houve uma busca maior por pacotes prontos no mercado, destaca o estudo. Rodrigues lembra que, até bem pouco tempo, 95% das customizações de software eram feitas internamente &#8211; apenas 5% ocorriam por meio de terceiros. Hoje esse índice já chega a quase 20%. Segundo ainda o estudo, os gastos com desenvolvimento aumentaram em média 18% ano a ano nos últimos 5 anos, gerando demanda por funcionários especializados em TI.</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio, destaca Rodrigues, da Febraban, é evitar o desperdício de recursos. No evento da Febraban, um dado foi revelado: Nos Estados Unidos, na indústria de TI, em 2012, US$ 12 bilhões foram desperdiçados em soluções de software não utilizadas de forma apropriada. &#8220;Podemos afirmar que ainda há muita informação de banco precisando ser tratada e isso exigirá software. Mas também impõe gestão operacional e governança de TI&#8221;, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso maior dos canais virtuais- como o Internet Banking &#8211; que é hoje o campeão de preferência dos correntistas, principalmente para visualização de saldos e extratos, respondendo por 39% e superando os tradicionais ATMs, que ficaram com 26% &#8211; reduziu o custo da transação bancária. Em 2012, foram feitas 35,7 bilhões de transações financeiras com o custo de R$ 0,25/cada. Em 2011, foram 21 bilhões de transações, com o custo a R$ 0,30.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O custo da transação caiu, mesmo com o incremento de transações financeiras. Em contrapartida, o uso dos canais novos exige mais recursos de TI. A transação financeira passará a ser feita por esses canais. Hoje esse índice ainda é baixo. No internet banking, por exemplo, é de pouco mais de 20% o índice de quem usa o canal para fazer movimentação financeira. Para aumentar esse percentual, vamos ter mais Tecnologia&#8221;, salienta o diretor da Febraban.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ainda os  dados da entidade que representa os bancos, no ritmo atual de adoção, os canais de Internet Banking e de Mobile Banking, somados, vão representar mais de 60% das transações financeiras ocorreram por meio online no período de 2015/2017. &#8220;Isso representará uma mudança no perfil de uso de TIC nas instituições. Essa reestruturação já está acontecendo. Tanto que software passou a ter relevância. Novos serviços dependem de TI&#8221;, frisa Gustavo Roxo, da Booz&amp;Company, consultoria responsável pelo estudo da Febraban junto às instituições financeiras.</p>
<h6 style="text-align: justify;">Fonte: Convergencia Digital</h6>
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