Malware rouba informação no Facebook

Malware rouba informação no Facebook. Spammers aproveitam para roubar dados da vítima e utilizar perfil para espalhar mensagens contendo o link malicioso e atrair mais usuários. Leia mais

Seria culpa de Zuckerberg os baixos valores das ações do Facebook?

Seria culpa de Zuckerberg os baixos valores das ações do Facebook?

Há alguns meses, analistas da indústria e investidores esperavam que as ações da rede social decolassem, subindo de seu preço inicial de 38 dólares por ação para 50, 60 dólares ou mais
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Assange pede a Obama o fim da “caça às bruxas”

Da varanda da embaixada do Equador em Londres, onde se refugiou, fundador defendendo seu site por “lançar luz sobre os segredos dos poderosos”

Dezenas de simpatizantes do WikiLeaks assistiam e aplaudiam do lado de fora à primeira aparição pública de Julian Assange, fundador do site Wikileaks, desde junho, quando ele se refugiou na Embaixada do Equador em Londres, na tentativa de escapar de um pedido de extradição à Suécia, onde é acusado por duas mulheres de abuso sexual.

Falando de uma sacada da embaixada equatoriana, Assange pediu aos governos, em especial o dos EUA, para parar a perseguição a denunciantes políticos. “Estou aqui hoje porque eu não posso estar aí com vocês, mas obrigado pela determinação e generosidade de espírito de vocês”, disse Assange aos simpatizantes do WikiLeaks, durante a fala de 10 minutos dirigida a eles e, em especial, ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

“Peço que Barack Obama renuncie a essa caça às bruxas de investigar e processar o WikiLeaks”, afirmou Assange, defendendo o seu site por “lançar luz sobre os segredos dos poderosos”. Pediu também a libertação de Bradley Manning, o soldado americano que está preso e aguarda julgamento, sob acusação de ter passado segredos militares americanos ao WikiLeaks.

“Enquanto o Wikileaks estiver sob ameaça, a liberdade de expressão e a saúde de todas as nossas sociedades também estarão”, disse o fundador do site, vestindo gravata marrom e camisa azul.

Na última quinta-feira, 17/8, Assange teve seu pedido seu pedido de asilo político do Equador aceito, mas a Grã-Bretanha não lhe deu um salvo-conduto para que pudesse viajar ao país latino-americano. Sendo assim, Assange está isolado na embaixada equatoriana, correndo o risco de ser preso pela polícia britânica caso deixe a representação diplomática.

Na quarta-feira o Ministério das Relações Exteriores britânico enviou um comunicado ao governo do Equador dizendo que a Grã-Bretanha estava “determinada” em cumprir sua obrigação de extraditar Assange à Suécia e que, de acordo com uma lei nacional, poderia “revogar a imunidade diplomática” da embaixada e prender o australiano no interior do prédio.

Protocolos internacionais estabelecem que territórios diplomáticos não podem ser violados pela polícia, a não ser que com a permissão do chefe da missão diplomática em questão.

Analistas afirmam que, se a Grã-Bretanha de fato violar a integridade da embaixada equatoriana, pode ser alvo de duras críticas internas e da comunidade internacional.

“Ouvi policiais (na embaixada), mas sabia que tinha testemunhas, que o mundo estaria assistindo”, disse o fundador do WikiLeaks aos simpatizantes que o ouviam, em referência à possibilidade de a polícia britânica entrar na embaixada para prendê-lo.

Assange também agradeceu o Equador e citou nominalmente os países da OEA (Organização dos Estados Americanos), Brasil incluído, pedindo que eles “defendam o direito ao asilo” – isso porque a OEA realizará uma reunião, na próxima sexta-feira em Washington, para discutir o caso.

Horas antes do discurso, segundo a BBC, Baltasar Garzón, advogado de Assange, havia dito que seu cliente está “disposto a responder pelas acusações” que enfrenta na Suécia, mas quer “garantias” de que não será extraditado. Garzón também afirmou que o criador do WikiLeaks está “com espírito combativo” e “agradecido” ao povo equatoriano.

Maioria dos antivírus não protege contra recente exploit do Windows

Muitas suites de antivírus são incapazes de efetivamente bloquear ataques de malware contra duas vulnerabilidades recentes e graves da Microsoft, apesar do fato de que exploits têm circulado desde junho, como mostra um teste realizado pela NSS Labs.

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US$ 18 por mil seguidores: mercado negro no Twitter cresce rapidamente

Estudo aponta mais de 72 mil contas falsas na rede social, incluindo mais de 11 mil utilizadas para conseguir lucro com propagandas; cada seguidor falso sai por menos de US$ 0,02

O comércio de followers para o Twitter parece ser uma tática crescente no mercado mercado negro da internet. Segundo um estudo realizado pela Barracuda Labs, empresa americana de segurança virtual, existem ao menos 20 vendedores de falsos seguidores no eBay e outros 58 sites que realizam o mesmo tipo de venda. Bastaria pagar 18 dólares para ter mil seguidores e engordar a sua lista – cada um sai por menos de 2 centavos de dólar, se comprados em pacotes.

Os usuários que costumam realizar esse tipo de operação com mais frequencia são chamados de abusadores (“abusers”, em inglês) – pessoas que utilizam a conta para vender propaganda. Ainda segundo o estudo, 72.212 contas no Twitter seriam falsas e 11.283 pertencentes aos abusadores.

“Muitas pessoas sonham em ser populares e famosas e o Twitter fornece um meio de tornar isso possível. Muitos usuários tentam ganhar visibilidade por meio de tuites contendo frases engraçadas ou comentários sobre eventos recentes e assuntos que interessam a outros”, afirma Jason Ding, cientista de pesquisas da Barracuda. “No entanto, alguns usuários procuram meios alternativos para parecer desejáveis e se tornar populares mais rápido. Um caminho é comprar followers, que, certo ou errado, é uma tendência que está crescendo significativamente.”

Mais da metade do número de abusadores (53%) costumam ter cerca de 4 mil a 26 mil seguidores. As contas compradas por eles, também seguem pessoas, para parecerem reais. Mas esse número não passa de 2000 – mais do que isso, o sistema interno do Twitter identifica aquela conta como a de um possível abusador.

Mesmo com esse limite de segurança, Dealers (vendedores de contas falsas) podem utilizar técnicas para dificultar a identificação das falsificações – por exemplo, seguindo aleatoriamente personalidades e pessoas comuns, ou retuitando mensagens da própria rede. “Essa é uma das razões pela qual o preço por seguidores varia do eBay para outros sites, que vendem contas falsas de 2 a 55 dólares”, disse Jason. “Quanto mais alto o preço, mais reais parecem os usuários falsos”.

Confira um infográfico do estudo, em inglês, clicando aqui.

Porque comprar seguidores?
Abusers costumam fazer esse procedimento porque vendem anúncios com base em suas contas. Ou seja, quanto mais seguidores, mais dinheiro. Para exemplificar, apenas 31% das contas reais no Twitter postam mensagens que contenham algum link de alguma marca, enquanto que 75% dos abusadores anunciam produtos em seus perfis. Outros usuários utilizam o recurso apenas para parecerem populares na rede, segundo a pesquisa.

A conta no Twitter de Mitt Romney, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos em 2012, é um dos perfis usados como exemplo pela análise. Em apenas um dia, o número de seguidores de Romney cresceu 17% – passando de 673.002 para 789.924. Ainda segundo a empresa, 80% dessas contas tem apenas 3 meses de vida, e 25% delas não possuem nem mesmo 3 semanas de existência.

Uma em cada 4 contas que seguem o perfil do candidato nunca tuitaram uma vez sequer e 10% delas já chegaram, inclusive, a ser suspensas pelo Twitter.

A pesquisa alerta que esses “seguidores” podem estar sendo pagos pelo candidato para segui-lo, por seus associados ou mesmo por opositores. Afinal, qualquer pessoa pode comprar followers – não é solicitado qualquer tipo de verificação na hora compra.

Limpe sua conta
Se você não quer seguidores falsos no seu perfil, já existem algumas ferramentas que podem ser úteis na hora de limpar sua lista de seguidores. O Fakers, por exemplo, é um aplicativo que descobre quantas contas falsas seguem você na rede.

O Refollow também te ajuda na “faxina”, gerenciando amigos e seguidores e bloqueando relacionamentos indesejados.

Facebook já perdeu 50% do valor desde a estreia na bolsa

Ações da empresa tiveram outro dia catastrófico, com queda de 6% no fechamento; mercado pode ser inundado por mais papéis que estavam travados
As ações do Facebook tiveram mais um dia terrível na Nasdaq. Os papéis fecharam a 21,2 dólares, queda acima de 6% sobre ontem (15). Entre os fatores para a baixa, a principal é a ‘enxurrada’ de ações em posse de pessoas ligadas à companhia que até então não podiam negociá-las. Mais de 270 milhões de ações foram liberadas para venda – mais da metade dos 421 milhões de papéis no IPO.

Com isso, o Facebook já perdeu metade do seu valor de mercado ao chegar à Nasdaq. Atualmente, a empresa vale 40 bilhões de dólares. A ação, que estreou a 38 dólares, teve a mínima de 19,69 nesta quinta (16).

Para piorar o cenário, mais 243 milhões de ações serão liberadas para negociação entre meados de outubro e novembro.

Google irá aumentar prêmios para quem encontrar bugs no Chrome

Empresa decidiu aumentar a base de prêmios dadas aos experts pois as vulnerabilidades “estão se tornando mais difíceis de serem encontradas”

Google aumentou o valor dos prêmios para pesquisadores que encontram bugs no Chrome, navegador da companhia, afirmando que a decisão foi motivada devido à queda de relatórios sobre vulnerabilidades enviados por pessoas fora da empresa.

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Criadores do Twitter querem revolucionar mercado com nova rede social

Apresentado nesta quarta, Medium funciona como mistura entre Pinterest e Tumblr. Outra novidade da dupla é o serviço para conversas “mais intimistas” Branch

Famosos por criar o Blogger e depois o Twitter, Evan Williams e Biz Stone aparecem agora com dois novos serviços para provocar, o que esperam ser, um passo na evolução do compartilhamento online.

Assim como o Twitter, onde Williams e Stone continuam como diretores, o Medium e o Branch são plataformas sociais de publicação pelas quais é possível compartilhar textos, imagens e reportagens.  E, como não podia deixar de ser, o login nos serviços é feito por meio da sua conta no serviço de microblog.

“Quando você leva em conta que temos publicado no papel há mais de 500 e na Internet há apenas algumas décadas, não é nenhuma surpresa que ainda sabemos de tudo. Ainda estamos no início”, escreveu Williams em um post sobre o Medium.

Medium

O Medium funciona em torno de coleções (seções voltadas a diferentes temas) e é uma espécie de mistura entre o Pinterest e o Tumblr, como muitos sites apontaram.

A ideia é que as pessoas possam visualizar, ler e votar nos seus conteúdos favoritos. Outros usuários podem contribuir com essas coleções, mas a frequência de exibição dessa publicação não é cronológica e está diretamente ligada ao número de votos recebidos. Os itens ficam dispostos nessa ordem, com os donos das maiores notas (de 1 a 10, aparentemente) ocupando os lugares mais altos da página.

Demissões na Motorola indicam que Google só queria patentes

Analistas afirmam que cortes seriam indícios de que a gigante das buscas só queria colocar as mãos nas 17 mil patentes quando comprou a fabricante
A decisão do Google em demitir 20% dos funcionários da Motorola Mobility fez ressurgir o medo de que o objetivo principal da gigante ao adquirir a Motorola em maio deste ano era colocar as mãos nas 17 mil patentes que pertencem à fabricante de celulares.

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Sob administração do Google, Motorola Mobility vai demitir 4 mil

Ordem é cortar 20% da força de trabalho e fechar quase 30% de escritórios no mundo
O Google decidiu cortar 20% da força de trabalho da Motorola Mobility, ou 4 mil empregos, e fechar quase 30% de escritórios da companhia no mundo, como parte do plano de reestruturação da companhia. E expectativa é a de que cerca de 30% dos 4 mil empregados demitidos sejam dos Estados Unidos, embora a Google não tenha especificado onde os cortes serão feitos.

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