CIOs se preocupam com ritmo das inovações em TI

A maioria dos líderes de TI ouvidos pela EMC em estudo recente acredita que sua organização tem hoje o nível correto de capacitação para cumprir com sucesso as prioridades de negócio. O desafio é permanecer assim.

A EMC Corporation anunciou nesta quarta-feira, 7/8 os resultados de uma pesquisa que perguntou aos tomadores de decisões de TI no Brasil sua visão a respeito dos desafios e das oportunidades que a transformação da TI – e as qualificações correspondentes – podem trazer para suas empresas. O estudo ouviu 13 executivos e administradores de negócios e de TI, arquitetos técnicos, cientistas de dados e gerentes de infraestrutura e armazenamento, de uma série de empresas no Brasil e descobriu que 65% deles acreditam que sua organização tem o nível correto de capacitação e de conhecimento para cumprir com sucesso as prioridades dos negócios. No entanto, 88% acreditam que será um desafio conseguir que essa capacitação acompanhe o ritmo das inovações em TI nos próximos três anos.

Para 80%,  as empresas nas quais trabalham veem o investimento em tecnologia como um meio estratégico de atingir seus objetivos. As prioridades comerciais que impulsionam a transformação da TI no Brasil são geralmente solução para desenvolvimento de produto (33%) e processos de negócio/eficiência operacional (32%). Como resultado desse impulso, 45% tem virtualizado operações críticas, 25% estão criando uma nuvem privada ou usando nuvem privada virtual e 20% estão usando serviço de nuvem pública – adequados a sua jornada rumo à transformação da TI.

Ainda de acordo com o estudo, 89% dos participantes concordam que a automatização dos Data Centers será essencial para a inovação e a agilidade nos próximos três anos.

O fator que mais influencia a tomada de decisões é orçamento (45%), seguido da experiência do tomador de decisão (26%) e percepções externas a partir de terceiros (25%).

Por fim, 73% dos participantes do Brasil concordam que a maior barreira para lidar com as prioridades da empresa é cultural.

Fonte: CIO
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