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IBM move portfólio de software para cloud

IBM move portfólio de software para cloud. Projeto BlueMix visa agrupar todos serviços sob uma única arquitetura de cloud computing e torná-los disponíveis para uso em escala mundial. Primeiros produtos serão lançados esta semana. Leia mais

Brasil tem crescimento em cloud computing

Brasil tem crescimento em cloud computing. Estudos preliminares indicam que mercado brasileiro movimentará cerca US$ 2 bilhões com serviços de cloud computing em 2013. Para 2017, os negócios chegarão em torno de US$ 4,5 bilhões. Leia mais

Como priorizar os investimentos em infraestrutura

Como priorizar os investimentos em infraestrutura. CIOs não podem cair na tentação de se arriscar em novas tecnologias que só trarão resultados em longo prazo.

Nos últimos meses, as áreas de TI têm sido pressionadas a buscar também a inovação. Ou seja, o CIO ouve cada vez mais que ele precisa encontrar formas criativas de fazer com que a tecnologia gere mais resultado para os negócios. Mas como priorizar novos investimentos? Leia mais

Cresce armazenamento mobile de dados corporativos

Cresce armazenamento mobile de dados corporativos. Poucos trabalhadores estão realmente cientes das políticas de BYOD das empresas. E menos ainda as respeitam. Leia mais

SaaS contratos são vagos sobre segurança e serviço

SaaS contratos são vagos sobre segurança e serviço. Em 100 SLAs analisados pelo Gartner, fornecedores são extremamente vagos, levando à insatisfação dos clientes. “A seção de segurança contém pouco além de banalidades”, dizem analistas da consultoria. Leia mais

Novo mainframe IBM reforça versão Linux

Novo mainframe IBM reforça versão Linux. A IBM anunciou nesta quarta-feira, 24/07, o seu novo Mainframe zEnterprise BC12 (zBC12) para atender a necessidades apontadas por empresas de todo o mundo: integrar tecnologias emergentes, como Social Business, Cloud Computing, Mobilidade, Segurança e Analytics, em uma única plataforma. Leia mais

Sua empresa sabe como calcular os custos da virtualização?

Até recentemente, quase nenhum fornecedor da indústria de TI ou analista questionou a ideia de que quase todo tipo de virtualização proporciona cortes de custos de forma rápida e significante comparada à computação concentrada no mundo físico.

A virtualização de servidores, em particular, cria um retorno muito rápido em seu início, de acordo com o analista da IDC, Ian Song. “As pessoas têm uma impressão muito boa da virtualização de servidores por conta disso. “A virtualização de desktops, a nuvem, aplicativos em streaming e outros modelos tendem a sofrer com a comparação”, completa.

O grande problema é que parece que a maioria dos gerentes de TI sequer sabe como fazer medidas ou apresentar resultados de projetos de virtualização.

Há quatro abordagens básicas, recomendadas pela indústria e por analistas. São elas:

1 – Custo baseado em atividade
Trata-se essencialmente de custo baseado em consumo, no qual o custo total de TI é dividido de acordo com o volume de transações, número de servidores, número de usuários e outros padrões de medida do volume do trabalho da TI consumido por uma unidade de negócios em particular.

Esse método funciona se a análise e o monitoramento forem claros mesmo em um ambiente virtualizado e se houver uma forma de contabilizar capacidade ociosa. Que unidade de negócios paga por máquinas virtuais dedicadas a aplicações que ninguém está usando?

A abordagem de custo por minuto pura é atrativa vinda de um provedor de serviços externos, mas só é possível porque outros clientes pagam pela capacidade quando você não a está utilizando.

2 – Níveis de preços
Filiais da empresa que não precisam de um grande volume de storage, largura de banda ou suportes adicionais podem pagar uma taxa básica mais baixa que as unidades de negócios que demandem mais serviços. Aqueles que lidam com o próprio suporte, que conseguem provisionar e gerenciar seus próprios servidores e gerenciar outras tarefas que, se não gerenciassem, cairiam no colo da TI, merecem descontos e tratamento diferenciado.

3 – Custos de serviço contra custos de infraestrutura
Uma forma de contabilizar capacidade ociosa é separar custos base como largura de banda ou espaços no data center, acesso à rede ou outros serviços que a unidade de negócios utilize. O custo base para a unidade de negócios permaneceria relativamente estável, enquanto os custos dos serviços variariam de acordo com o consumo.

A densidade do servidor virtual – o custo de toda a infraestrutura requerida para operar a infraestrutura virtual, como licenças, servidores, armazenamento, largura de banda, salários dos profissionais, espaço físico, custo de energia, etc – pode ser totalizada e dividida de acordo com o número de servidores virtuais que uma unidade de negócios vai requer.

Ou, então, os custos podem ser divididos de acordo com os requisitos de cada aplicação: os mesmos elementos entrariam na conta para cálculos da densidade do servidor virtual, mas os custos seriam divididos de acordo com os requisitos requeridos para cada aplicação. Custos para uma unidade de negócios são determinados também dependendo de a unidade ser única a usar o software ou poder dividir esse custo com outras unidades de negócios.

4 – Medidas
Atribuir medidas diretas ou indiretas é uma forma de dividir custos de acordo com um cálculo externo das demandas de uma unidade de negócios. Isso pode envolver calcular o custo do departamento de acordo com um percentual do orçamento operacional total da companhia, por exemplo.

Qual método é o mais adequado para você?
Vai depender da cultura da empresa e das estruturas contábeis. Mas ter os custos bem determinados é mais do que um jogo de contabilidade. “Até que as unidades de negócios saibam que recursos usam e consigam se basear nisso para mudar as próprias necessidades de uso, elas não verão nenhum benefício direto na virtualização”, finaliza o analista da IDC, Gary Chen.

Fonte: IDC

Sua empresa está preparada para nuvem

Sua empresa está preparada para nuvem. Especialistas relacionam quatro itens de fundamental importância para a adoção da computação em nuvem Leia mais

BRICs tem ranking baixo de computação em nuvem

BRICs tem ranking baixo de computação em nuvem. Brasil, Rússia, Índia e China ainda se mantém atrás de países desenvolvidos em políticas consideradas críticas para o futuro da computação em nuvem, mas cada um desses países fez algum progresso no ano passado, afirmou um grupo de empresas de tecnologia dos Estados Unidos. Leia mais

Investimento em cloud crescerá 70% em 2013

Investimento em cloud crescerá 70% em 2013. Desde total US$ 123 milhões serão destinados a projetos de infraestrutura como serviço (IaaS); US$ 109 milhões para software como serviços (SaaS); e US$ 23 milhões para plataforma como serviço (PaaS). Leia mais