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Empresas devem se proteger contra ataques virtuais

Está cada vez mais claro que o que acontece no mundo virtual gera impactos imensuráveis no mundo real. Seja na vida pessoal, seja na vida profissional, ou ainda no desempenho das empresas, o uso da internet e de todos os recursos disponíveis de comunicação utilizando a web 2.0 inspira cuidado dobrado. O Brasil vigora entre os países com mais ameaças digitais lançadas na internet. E o que afeta os internautas, em geral, pode ter desdobramentos imprevisíveis e um impacto desastroso nos negócios.

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Facebook passa o Orkut em tráfego no Brasil

O Facebook já ultrapassou o Orkut no Brasil, pelo menos em questão de tráfego. De acordo com o Alexa, que mede a audiência de sites no mundo inteiro, a criação de Mark Zuckerberg ocupa atualmente a quarta posição entre os mais acessados do Brasil, enquanto a rede social do Google aparece na sexta.

O colunista da Veja Lauro Jardim diz que a inversão aconteceu há duas semanas, quando o Facebook estava em terceiro.

No Brasil, os dez sites mais acessados atualmente são Google Brasil, Google, YouTube, Facebook, Universo Online (UOL), Orkut, Windows Live, Globo.com, Blogger e Yahoo!. Isso significa que em termos de redes sociais, o YouTube aparece na liderança.

Há duas semanas, Michael Bonfils, do Search Engine Wach (SEW), fez uma análise sobre a atuação das redes sociais nos países que compõem o Bric. Com uso do Google Trends, Bonfils chegou à conclusão de que a troca do Orkut pelo Facebook no Brasil deve acontecer ainda este ano.
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Prejuízo da Sony com falha da PSN pode ultrapassar os US$ 24 bilhões

Empresa de pesquisa calcula prejuízo médio de 318 dólares por conta exposta; Sony estima que rede tenha quase 80 milhões de usuários em 59 países.

O ataque externo que mantém a rede PlayStation Network fora do ar há uma semana pode ter causado um prejuízo de mais de 24 bilhões de dólares para a Sony, segundo estimativas da empresa de pesquisas Ponemon Institute, que foi ouvida pelo site da Forbes.

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Um milhão de pessoas migra de operadora no ano

Desde que a portabilidade numérica começou a ser implantada no País, em setembro de 2008, foram realizadas 9,2 milhões de transferências

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Gerenciamento de TI é prioridade em 2011

O gerenciamento de TI aparece em primeiro lugar na lista de prioridades dos CIOs da América latina para 2011, revela estudo da empresa de pesquisas Gartner divulgada nesta terça-feira (5/4) em São Paulo. Na edição 2010 do estudo, a questão sequer aparecia.

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Sistemas CRM – Os erros mais comuns no uso

Os departamentos de tecnologia cercam de cuidados seus sistemas contra ameaças internas e externas em relação ao acesso da informação, mas frequentemente negligenciam uma das aplicações-chave da corporação: o CRM.

Os maiores sinais de falta de cuidado vêm em algumas políticas de usuários, que podem ter sérias consequências se não forem observadas. Mas há alguns erros mais comuns, que também podem trazer os maiores problemas.

Um deles é usar a função do usuário, e não seu nome, na definição das credenciais para o login. O padrão normal de login para usuários de CRM é o nome ou endereço de e-mail. Mas pode ser tentador definir o login com a função da pessoa. Embora em alguns casos essa prática possa oferecer uma informação contextual relacionada à área de onde vem os acessos, a prática despersonaliza os usuários, o que pode prejudicar controles de adoção de usuário e do departamento de RH.

O segundo erro, ainda mais grave, é reciclar identidades ligadas às licenças. Isso costuma acontecer em razão da alta rotatividade nas posições da base da pirâmide dos profissionais de marketing. Em alguns casos, a média de permanência de um usuário de CRM na empresa é de pouco mais de um ano.

Quando se registra um usuário em um sistema de CRM como Salesforce.com, ele entra em um slot. Uma vez deletado, esse slot fica eternamente inválido e o nome de usuário sequer pode ser reaproveitado. O que pode gerar certa tentação da empresa para os novos usuários. E se a companhia cair na tentação, pode gerar problemas.

Isso acontece porque cada slot guarda um histórico, que não é renovado para o novo usuário. Nessa bagunça, alguma transação pode ser falsamente atribuída a uma pessoa, pois é difícil manter controle exato sobre as mudanças de funcionários ano após ano. E se TI tentar ajustar esses relatórios, gerará problemas na qualidade dos dados.

A melhor prática é nunca reciclar slots de usuários. Ainda que o funcionário retorne à companhia, ele provavelmente estará em uma posição completamente diferente e continua sendo aconselhável criar um novo slot.

O terceiro grande erro é compartilhar as licenças do CRM para integrá-lo com aplicativos na nuvem. Mesmo que o fornecedor permita isso, o melhor é evitar essa prática.

O grande problema com isso é a dificuldade da auditoria. Se várias ações são tomadas a partir de um único login, será muito difícil identificar erros de sistema. Sem contar que todas as ações do sistema estarão relacionadas a um único login, tornando complicado criar relatórios que separem ações humanas das automáticas.

Potencialmente pior são as cargas de trabalho sem coordenação. As de integração externa de sistemas operam de forma não sincronizada e podem exigir atualização de dados em alta velocidade. Ao manter integrações múltiplas sob a mesma licença pode causar disputa por recursos dentro do  sistema CRM, levando a alterações de performance e problemas de funcionamento difíceis de serem identificados.

Sistemas CRM – Software CRM – Gestão de Relacionamento Cliente

Onda do outsourcing está passando?

Ao analisar os doze últimos meses do mercado de outsourcing, a maioria dos analista concorda que ele andou razoavelmente estável nos últimos anos. Em 2010, chegou-se ao montante de 62,4 bilhões de dólares em contratos de outsourcing no mundo, segundo os estudos da empresa de consultoria em outsourcing, TPI, e são bastante consistentes se analisados junto com os resultados dos anos anteriores.  Segundo a Everest, companhia também especializada em consultoria para outsourcing, houve um incremento de seis pontos percentuais nos contratos firmados em 2010 em comparação a 2009.

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Nuvem pode reduzir CO2 em até 90% apenas nas pequenas empresas

Constatação é de estudo da Accenture encomendada pela Microsoft que comparou o processamento das aplicações no ambiente convencional e em cloud.
Organizações que transferem aplicações de negócios para nuvem podem reduzir entre 30% a 90% os gastos com energia elétrica e a emissão de gás carbono (CO2) por usuário. A revelação é de um estudo global realizado pela Accenture e WSP Environment & Energy (E&E), encomendado pela Microsoft.

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